domingo, 5 de marzo de 2017

As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver

Oi pessoal,

Depois de ter estudado brevemente as diferentes regiões do Brasil, agora vamos ir para o interior do Brasil afim de conhecer as dez melhores pequenas cidades do Brasil para se viver.

As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver 

fonte:  http://www.semprefamilia.com.br/as-10-melhores-pequenas-cidades-do-brasil-para-se-viver/

Com base em dados do IBGE e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), listamos os melhores municípios do país com menos de 100 mil habitantes.

1º) Águas de São Pedro (SP) – Esse é o lugar para quem procura uma vida muito sossegada. Com 2.700 habitantes, o munícipio é o menos populoso dentre as 50 cidades brasileiras que estão no topo do ranking do IDH. Nessa lista de desenvolvimento humano que compara as mais de 5 mil cidades brasileiras, Águas de São Pedro está em segundo lugar, com 0,854 de IDH. Como uma das estâncias hidrominerais do estado de São Paulo, a cidade que fica a 187 quilômetros da capital, apoia sua economia no turismo.
  
2º) Joaçaba (SC) – É considerada a capital do Vale do Rio do Peixe, no oeste catarinense. A maior parte da população de 28 mil habitantes tem origem nos migrantes gaúchos, principalmente da região de Caxias do Sul, de origem italiana e alemã, que, de posse de pequenas glebas de terra, deram os primeiros passos na produção agrícola. A economia da cidade baseia-se também em indústrias do setor metal-mecânico. Joaçaba está entre as dez primeiras cidades do ranking nacional com IDH de 0,827.

 3º) Vinhedo (SP) – Educação é a política pública de destaque em Vinhedo, cidade da região de Campinas que fica a 75 quilômetros da capital paulista, tem 71 mil habitantes e IDH de 0,817. Ano passado, Vinhedo recebeu o selo de cidade livre do analfabetismo e ganhou reconhecimento da mídia por seu método de ensino municipal. A cidade viveu o ciclo de café, mas hoje é conhecida pela produção de uva. Os condomínios de alto padrão fortaleceram o comércio e os serviços, como o parque de diversões Hopi Hari.

 4º) Nova Lima (MG) – Localizada na região metropolitana de Belo Horizonte, a cidade tem IDH de 0,813 e 88 mil habitantes. Nos últimos anos, se consolidou como uma cidade de condomínios de alto padrão procurados por quem trabalha em BH e quer um lugar mais tranquilo para viver. Embora o grande símbolo do esporte seja o futebol do Villa Nova Atlético Clube, a cidade se rendeu ao rugby, talvez por inspiração dos antigos imigrantes ingleses, com o Nova Lima Rugby Club, o time dos “leões da montanha”.

 5º) Ilha Solteira (SP) – Localizada no noroeste paulista, a quase 700 quilômetros da capital paulista, Ilha Solteira é uma estância turística nascida de forma planejada no fim dos anos 60 para abrigar os trabalhadores da Hidrelétrica de Ilha Solteira, instalada pela CESP no Rio Paraná. Por isso, seu padrão de urbanização é bastante elevado, com atendimento universal de energia elétrica, água e saneamento básico para seus 26 mil habitantes. O IDH de Ilha Solteira é de 0,812. Os destaques de sua economia são a indústria e a pecuária.

 6º) Rio Fortuna (SC) – Com IDH de 0,806 e apenas 4.400 habitantes, Rio Fortuna é pacata, mas está próxima do movimento dos balneários catarinenses de Laguna, Imbituba e Garopaba, além de estar a apenas 125 quilômetros da capital, Florianópolis. A cidade, que integra a região metropolitana de Tubarão, tem sua formação ligada à agropecuária familiar adotada pelos colonizadores alemães. Mais recentemente, a cidade tem se apoiado economicamente também na piscicultura.

 7º) Rio do Sul (SC) – A cidade de 66 mil habitantes, localizada no vale do Itajaí, está a meio caminho entre Joinville e Florianópolis, ambas a cerca de 180 quilômetros. Como muitas vizinhas, Rio do Sul guarda a herança germânica da colonização na cultura e na culinária. As escolas modelo municipais, de ensino integral, contribuem para o IDH de 0,802. Na economia destacam-se os setores têxtil, metal-mecânico, eletrônico e agropecuário. Há, contudo, um problema cíclico que tira o sono dos riosulenses: as cheias do Rio Itajaí-Açu.

 8º) São Miguel do Oeste (SC) – Mais de 650 quilômetros separam a cidade do extremo oeste da capital catarinense, Florianópolis. São Miguel, com IDH de 0,801, foi fundada em 1954, mas tem raízes nas migrações de gaúchos atraídos pela extração de madeira nos anos 20. Embora tenha 39 mil habitantes, a cidade integra uma região com 200 municípios, entre eles Chapecó, que juntos somam 2 milhões de habitantes. Seu parque industrial é formado por empresas dos ramos metal-mecânico, de transportes, móveis e softwares.


9º) Pirassununga (SP) – O fenômeno da piracema no Rio Mojiguaçu, que os tupis descreviam como “peixes barulhentos”, deu nome à cidade. Hoje, no entanto, é a forte presença de estudantes entre os 74 mil habitantes que movimenta Pirassununga. Além de um câmpus da USP, fica lá a Academia da Força Aérea Brasileira. A cidade, localizada a 206 quilômetros de São Paulo, na próspera região de Campinas, conta também com mais de 100 indústrias, entre elas a que produz a famosa cachaça 51. Seu IDH é de 0,801.

 10º) Concórdia (SC) – Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

Exercício.  Depois de ter lido o artigo acima, poste seu comentário no blog.  Diga em qual dessas cidades você gostaria de viver se fosse morar no Brasil, justifique sua resposta. Na quarta-feira, vamos conversar sobre essas cidades e cidades mexicanas do interior.

sábado, 11 de febrero de 2017

O CARNAVAL E A PSICOLOGIA DO BRASILEIRO



Oi pessoal,







Como já comentamos na sala de aula, o Carnaval é um evento cultural por demais importante no mundo todo, e no caso do Brasil, esse evento tem efeitos psicológicos importantes nas pessoas.


 Exercício. Leiam o artigo a seguir, postem seu comentário no blog e na quarta-feira conversaremos sobre o conteúdo  na sala de aula.


 
Preparação física e psicológica para o carnaval
 
Um corpo modelado, bronzeado e uma alimentação saudável são fundamentos básicos para unir o útil ao agradável que associa a saúde com a beleza, sempre em destaque no início do ano, como foco principalmente no carnaval. As academias ficam lotadas de jovens e adultos interessados em um verão saudável, com a autoestima lá em cima.

Cuidar do corpo de forma correta com o acompanhamento ideal, garante sim os cuidados com a mente no que se refere à auto estima, bom humor e outros fatores associados às consequências de uma satisfação pessoal. É importante lembrar ainda que no carnaval também existem aquelas pessoas que aproveitam o período extenso de feriado para viajar, aproveitar a família, fugir de festas ou simplesmente aproveita para descansar.

Está mais que provado que o carnaval, pela exuberância de corpos, pelas altas temperaturas em todo o país e claro pelo clima de romance que parece tomar conta do mês de fevereiro é uma das épocas mais esperadas pelos brasileiros que festivos ou não, aproveitam a semana carnavalesca da forma que podem. A cada ano, as divulgações relacionadas ao uso de preservativos, ao excesso de bebidas, perigos no trânsito e outros pontos relacionados com esta época aumentam com o propósito de amenizar as ocorrências que se agravam com o passar do tempo.

Mas porque os acidentes e os índices de doenças e gravidez indesejada ainda crescem no período de carnaval? Por que as pessoas ainda seguem o caminho errado, mesmo cientes das consequências? Algumas questões são feitas em busca de explicações para tantos pontos negativos. Muitas destas questões são respondidas com uma única frase, “carnaval é tempo de extravasar”.  E as consequências dessa liberação de sentidos, humores e conceitos? E o pós carnaval?

Kátia Beal é psicóloga e ressalta que o carnaval é um ritual que facilita a conexão entre realidade interna e externa. Ela explica que, de acordo com um analista da mente humana, chamado Jung, o carnaval é um ritual que facilita a conexão entre realidade interna e externa. É parte da necessidade humana de se libertar dos padrões vividos no cotidiano. “Uma festa que permite extravasar e fantasiar. É como se as pessoas recebessem autorização para se divertir além dos limites”, destaca a psicóloga dizendo ainda que carnaval surgiu quando a igreja fixou um período para as pessoas refletirem, que se inicia na quarta-feira de cinzas. “Então, antes da penitência, as pessoas se esbaldavam e usufruíam de coisas mundanas, as quais ficariam privadas por 40 dias”, afirmou.

Toda festa pode ser bem aproveitada com bom senso. De acordo com Kátia, ao longo dos anos as tradições carnavalescas vêm sofrendo mudanças. Segundo ela, antes as pessoas brincavam na folia, participavam de bailes e se divertiam junto com a família. Agora, estão perdendo o bom senso. “Muitos aproveitam como se o mundo fosse acabar. Se comportam de maneira autodestrutiva, abusam de álcool e drogas e tem relações sexuais sem proteção”, disse.

Segundo a especialista, é como se as permissões para o Carnaval não fossem suficientes. “Acredito que a própria ansiedade, a correria na vida das pessoas, as exigências do mercado de trabalho e as dificuldades podem contribuir para esse descontrole nos momentos de diversão.”

Carnaval sem festa faz bem para a mente

Afinal, não são todos que gostam de muita festa, pensando nisso, agências de viagens aproveitam a época de carnaval para divulgar pacotes extras com valores especiais com foco em locais praieiros ou serranos, que tenham no repertório, muito conforto, gastronomia de qualidade e passeios turísticos que completam o interesse de quem prefere relaxar, curtir a família e os amigos durante o feriado prolongado. Pedro Henrique Teles de Menezes, de 22 anos, planeja um carnaval diferente, neste ano. Ele pensa em uma festa diferente, reunindo amigos mais próximos em um local que reúne a alegria do carnaval com a tranquilidade que essa turma vem buscando. “Nós vamos nos encontrar como um encontro de final de semana, vamos fazer nossa festa com mais foco em lazer e amizade, afinal a ideia é curtir ao máximo sim, mas de uma forma mais tranquila, sem desgastar tanto, pensamos em descansar sem perder o ritmo carnavalesco e a diversão”, conclui Menezes.

Fonte: http://encenasaudemental.net/sem-categoria/preparacao-fisica-e-psicologica-para-o-carnaval/

sábado, 4 de febrero de 2017

QUAIS AS ORIGENS DO CARNAVAL NO BRASIL?

Oi pessoal,

Bem vindos a um novo semestre de portugués.  Estou certa que juntos vamos continuar aprendendendo muito da cultura lusófona.


Desta vez vamos ler um texto introdutório acerca do Carnaval, um fato cultural de grande importância, neste caso específico, para o povo brasileiro.



QUAIS AS ORIGENS DO CARNAVAL DO BRASIL E NO MUNDO?
                           
Grande festa popular, o Carnaval reúne milhares de pessoas nas ruas, nas passarelas do samba e em clubes de todos os cantos do País. Mas engana-se quem pensa que essa comemoração teve origem aqui. O Brasil entrou na história da festa apenas a partir do descobrimento pelos portugueses, em 1.500, quando essa manifestação cultural já contava com uma longa trajetória.

De acordo com o historiador Voltaire Schilling, o carnaval é a festa profana mais antiga que se tem registro, já que existe há mais de 3 mil anos. As suas raízes mais remotas encontram-se na Grécia Antiga, no culto ao deus Dionísio, que mais tarde foi celebrado em Roma como Baco, espalhando-se para os países de cultura neolatina. Consta que as primeiras seguidoras do deus foram mulheres, que viram nos dias que lhe eram dedicados um momento para escaparem da vigilância dos maridos para poderem cair na folia. Nos dias permitidos, elas saíam aos bandos, com o rosto coberto de pó e com vestes transformadas ou rasgadas, cantando e gritando. Os homens não demoraram em aderir a essa celebração.

A historiadora e diretora da Fundação Joaquim Nabuco, Rita de Cássia Araújo, aponta que as festas populares que ocorriam na era pré-cristã no Hemisfério Norte, principalmente no Egito, em Roma e na Grécia, para celebrar o fim do inverno e a chegada da época do plantio de lavouras impulsionaram o que se caracterizou como a origem do Carnaval. Segundo Rita, não havia referências religiosas, mas já havia as brincadeiras e as máscaras.
 
De celebração agrária a festa ganhou contornos religiosos quando o Cristianismo atribuiu significado à festa, que passou a ser vinculada à Páscoa - a Terça-Feira Gorda é 47 dias antes do domingo de Páscoa. A festa, então, passou a ter um sentido de tempo de diversão e exagero, de comida e bebida, que antecede a entrada num período de reflexão e jejum dos cristãos antes da Páscoa, quando os fiéis teriam de se recolher e rever sua vida.
Ainda de acordo com Rita, uma segunda corrente de pesquisadores diverge da ideia de festa surgida há tanto tempo, sustentando que o Carnaval tem múltiplas origens, com diferentes significados e contextos que levara ao seu nascimento em cada região.
   
Carnaval no Brasil
Muito tempo depois, no século XVII, a festa chegou ao Brasil por meio dos portugueses. Com o nome de intrudo, baseado principalmente em brincadeiras em que pessoas sujavam umas as outras como o mela-mela. "Havia uma distinção social nessa festa. As famílias brancas brincavam nas casas e os escravos brincavam nas ruas", diz Rita.
    
Com a declaração da independência do Brasil, em 1822, o intrudo, de raiz colonial, passou a ser visto como algo negativo e atrasado. Por isso, a partir da iniciativa de intelectuais, artistas e imprensa, houve um rompimento com a tradição colonial na segunda metade do século XIX e a adoção no País de modelos de festa trazidos da Itália e da França, já com o nome de Carnaval (que teria o sentido de "adeus à carne"). "Aí que entraram os bailes e os desfiles nas ruas com alegorias", destaca Rita.
     
Segundo Voltaire Schilling, a partir de 1935, com o crescente centralismo estatal determinado pela Revolução de 1930, começou-se a sufocar a espontaneidade popular submetendo os desfiles populares a regulamentos, horários e trajetos a serem cumpridos à risca. Ganharam destaque a partir de então os desfiles das escolas de samba, principalmente no Rio de Janeiro.

Fonte: https://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/quais-as-origens-do-carnaval-no-brasil-e-no-mundo,f80
Exercício. Depois de ter lido o texto acima, coloque, antes da quarta-feira, 8 de fevereiro, um comentário acerca do conteúdo.  Além disso, procure informação na internet sobre o mesmo tema "Carnaval" no Brasil.  Na quarta-feira, comentaremos essas informações na sala de aula para continuar a macrotarefa.

sábado, 1 de octubre de 2016

História do Brasil

 Oi pessoal,

Eis aqui um texto breve sobre a história do Brasil.  Leiam-no e coloquem seu comentário no blog antes da próxima quarta-feira, 5 de outubro. Vocês podem procurar maior informação, naveguem pela internet.

A História do Brasil é dividida, consensualmente e para fins didáticos, em três períodos principais: Período Colonial, Período Imperial e Período Republicano. Entretanto, tais divisões existem apenas para organizar esquematicamente os principais conteúdos sobre a formação do Brasil, tendo como ponto de partida o ano do descobrimento, isto é, 1500. Entretanto, é sabido que, no território em que se “formou o Brasil”, havia, antes, várias tribos nativas com aspectos culturais muito particulares. Mesmo antes da formação dessas tribos, houve também povos primitivos que deixaram os vestígios de sua cultura em vários lugares do território brasileiro (Veja Pré-história brasileira) há milhares de anos.
A esse período da História do Brasil cujo tema central é o estudo dos povos nativos, isto é, dos povos indígenas, dá-se o nome de Período Pré-Cabralino. Essa nomenclatura faz referência a Pedro Álvares Cabral, cuja chegada em terras brasileiras é considerada o marco inaugural da História do Brasil. A partir de então, de 1500 em diante, sobretudo a partir da década de 1530, teve início a fase do Brasil Colônia.
O Brasil começou a ser efetivamente colonizado em razão da preocupação que Portugal passou a ter com as ameaças de invasões das terras brasileiras por outras nações, como viriam a ocorrer décadas depois. O primeiro sistema de ocupação e administração colonial foi o das Capitanias Hereditárias, que, posteriormente, foi regido pelo Governo Geral, que tinha o objetivo de organizar melhor a ocupação do território, bem como desenvolvê-lo. O período do Brasil Colonial estendeu-se até o início do século XIX, especificamente até 1808, quando a Família Real veio para o Brasil e integrou-o ao Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Foi nesse período em que se desenvolveram a economia e a sociedade açucareira e, depois, a economia e a sociedade mineradora. Dataram ainda do período Colonial as várias Rebeliões Nativistas e Rebeliões Separatistas, merecendo destaque especial a Inconfidência Mineira.
Em 1822, teve início a fase do Brasil Império, ou Período Imperial. Desde a vinda da Família Real (1808) para o Brasil até 1822 houve intensas transformações políticas tanto no Brasil quanto em Portugal, que acabaram por conduzir as elites brasileiras e o Príncipe D. Pedro I a declararem o Brasil um Império independente. Após a estruturação do Império, seguiu o Período Regencial, período esse marcado pelo governo dos regentes daquele que se tronou o segundo imperador brasileiro, Dom Pedro II, que, à época em que o pai deixou o poder (1831), ainda não estava em idade hábil para governar o país. O Segundo Reinado só começou de fato no ano de 1840, estendendo-se até 1889, ano da Proclamação da República. Um ano antes, ainda sob a vigência do Império, foi decretada a Abolição da Escravatura.
A partir de 15 de novembro de 1889, teve início o período do Brasil República. Esse período caracterizou-se pela montagem de uma estrutura política completamente diversa daquela do Império. A busca pela efetividade dos ideais políticos republicanos, influenciados pelo positivismo, guiou a formação da república brasileira, que se dividiu, esquematicamente, entre República Velha (1889-1930), cujas rebeliões que nela ocorreram merecem destaque; Era Vargas (1930-1945), que foi marcada pelo longo governo do político gaúcho Getúlio Dornelles Vargas; fase da República Populista (1945-1964), que se situou no período inicial da Guerra Fria e caracterizou-se pela estrutura política baseada no fenômeno do populismo; e, por fim, a fase dos Governo Militares (1964-1985), marcada pelo Golpe Militar de 31 de março de 1964 e, depois, pelo Ato Institucional nº5, de 13 de dezembro de 1968, que estendeu o regime militar (com cassação de direitos políticos e liberdades individuais) até o ano de 1985.
Ainda há a fase do Brasil Atual, que é estudada de acordo com as pesquisas mais recentes que são feitas sobre a conjuntura política, sociocultural e econômica do Brasil dos últimos 30 anos.

martes, 30 de agosto de 2016

QUEM SAO OS BRASILEIROS?

Oi pessoal,

Sabemos que o mundo lusófono está presente em diferentes países de vários continentes, daí que resulte complexo compreender como cada um desses países faz parte desse mundo tão diverso culturalmente.  Visto que vocês estão começando se aproximar da cultura lusófona, neste semestre vamos iniciar nossa viagem pelo Brasil.  Hoje vamos ler um pouco acerca de quem são os brasileiros e aos poucos iremos viajando através de cada região brasileira.

Os brasileiros formam uma nacionalidade ligada de forma indissociável ao Estado brasileiro, ou seja, a característica fundamental de um brasileiro é sua ligação com a República Federativa do Brasil. Como é característica dos países do Novo Mundo, os brasileiros não formam um grupo étnico homogêneo, portanto não existindo, na antropologia tradicional, uma etnia brasileira. Um brasileiro pode ser também uma pessoa nascida em outro país de um pai brasileiro ou mãe brasileira ou um estrangeiro morando no Brasil, que solicitou a cidadania brasileira. No período que se seguiu à descoberta do território brasileiro por Portugal, durante boa parte do século XVI, o vocábulo "brasileiro" foi dado aos comerciantes portugueses de pau-brasil, designando exclusivamente o nome de tal profissão, visto que os habitantes da terra eram, na sua maioria, índios, ou portugueses nascidos em Portugal, ou no território agora denominado Brasil. No entanto, desde muito antes da independência do Brasil, em 1822, tanto no Brasil como em Portugal, já era comum se atribuir o gentílico "brasileiro" a uma pessoa, normalmente de clara ascendência portuguesa, residente ou cuja família residia no Brasil colônia (1530-1815), pertencente ao Império Português. Durante a vigência do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no entanto, houve confusões quanto à nomenclatura.

Grupos étnicos
A população brasileira é formada principalmente por descendentes de povos indígenas, colonos portugueses, escravos africanos e diversos grupos de imigrantes que se estabeleceram no Brasil, sobretudo entre 1820 e 1970. A maior parte dos imigrantes era de italianos e portugueses, mas houve significante presença de alemães, espanhóis, japoneses sírio-libaneses, poloneses e ucranianos.
Ressalta-se também que uma pesquisa genética realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais apontou que em torno de 19% dos brasileiros brancos naturais da região nordeste são portadores do haplogrupo 2, o qual é menos comum em Portugal. O estudo levanta a teoria que isso pode ser resultado da presença holandesa na região. Segundo o historiador Eduardo Fonseca Jr, 80 mil holandeses estiveram no Brasil durante a invasão e alguns nordestinos são descendentes deles.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classifica o povo brasileiro entre cinco grupos: branco, preto, pardo, amarelo e indígena, baseado na cor da pele ou raça. Quem declara sua cor ou raça é o próprio entrevistado. O censo nacional de 2010 realizado pelo IBGE encontrou o Brasil sendo composto por 91 milhões de brancos, 82,2 milhões de pardos, 14,5 milhões de negros, 2,1 milhões de amarelos e 817 mil indígenas.

A composição étnica dos brasileiros não é uniforme por todo o País. Devido ao largo fluxo de imigrantes europeus no Sul do Brasil no século XIX, a maior parte da população é branca: 78,47%. No Nordeste, em decorrência do grande número de africanos trabalhando nos engenhos de cana-de-açúcar, o número de pardos e negros forma a maioria, 59,44% e 9,53%, respectivamente. No Norte, largamente coberto pela Floresta Amazônica, a maior parte das pessoas é de cor parda (66,88%), devido ao importante componente indígena.No Sudeste e no Centro-Oeste as porcentagens dos diferentes grupos étnicos são bastante similares.

adaptado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiros

Exercício.  Depois de ter lido o texto, coloque um comentário no blog antes da sexta-feira, 2 de setembro de 2016.  



sábado, 20 de agosto de 2016

A LUSOFONIA

Oi pessoal,

Vamos continuar nossa viagem para aproximar-nos pouco a pouco a cultura lusófona.

Exercício.  Leia o texto abaixo, depois escute o Hino da Lusofonia em https://estudamosportugues.wordpress.com/a-lusofonia/  

Logo procure mais informações sobre a Lusofonia e leve-as para a sala de aula na quarta-feira, 22 de agosto de 2016 para compartilhar com seus colegas. 

A Lusofonia

Origem
Em 1249 as fronteiras de Portugal no continente europeu estabilizaram-se em forma quase idêntica à que conhecemos hoje.  Pareceria que nenhuma cousa importante aconteceu nos séculos que decorreram desde então.
Porém, nada mais longe da realidade.  A partir de 1415 Portugal iniciou uma expansão através do mar, conquistando territórios em todos os continentes e multiplicando a sua área por mais de cem vezes; o primeiro dos impérios coloniais da era dos descobrimentos.
Mas para todos os territórios que Portugal colonizou, afinal chegou a descolonização.  Alguns territórios foram trocados em tratados, como Filipinas ou Uruguai; outros anexados por outras nações, como Goa ou Macau; e outros independentizados, como o Brasil na década de 1820 e o resto na década de 1970.  Seis séculos depois, a nação portuguesa retornou ao ponto de partida.
Contudo, de esse desaparecido Ultramar Português, uma herança ficou: um conjunto de povos de todo o mundo, cá e lá, nos que a língua e cultura portuguesas arraigaram para sempre.  Essa é a Lusofonia.
Territórios
Países nos que o português é língua oficial:
  • Angola
  • Brasil
  • Cabo Verde
  • Guiné-Bissau
  • Guiné Equatorial
  • Moçambique
  • Portugal
  • São Tomé e Príncipe
  • Timor-Leste
Regiões de outros países nas que o português é língua cooficial:
  • Goa (Índia)
  • Macau (China)
E não esqueçamos à Galiza (Espanha), onde fala-se o galego.
Dia da Cultura Lusófona
O Dia da Cultura Lusófona, convocado pela CPLP, celebra-se em todo o mundo o 5 de Maio.
Hino da Lusofonia
A Lusofonia não tem hino oficial, mas lembramos-nos cá do hino criado por Luís Pedro Fonseca para os Jogos da Lusofonia:
Não há terra nem há mar
Que consigam separar
Povos que falam o idioma
Do coração
Não há tempo nem distância
Que apaguem a fragrância
Dos laços da amizade
Que perdura
Não há credo
Nem há cor
Que abalem o ardor
Desta grande família
Que mora em todo o mundo
Vamos juntos celebrar
Este encontro singular
E viver intensamente
A nossa ligação
Gentes da lusofonia
Espalhem a vossa emoção
E a vossa alegria
Gentes da lusofonia
Partilhem a vossa paixão
E sabedoria
Há sabores e perfumes
E mistura nos costumes
Que nos vão fazer
Sentir a união
Vamos estreitar os laços
Estender os nossos braços
E viver momentos
De franca comunhão

sábado, 13 de agosto de 2016

AS ORIGENS DA LÍNGUA PORTUGUESA



Oi pessoal,

Na sexta-feira passada nós assistimos uma parte do documentário "Língua, vidas em português".  Para conhecer um pouco mais acerca da língua portuguesa, vamos ler o texto a seguir.  Antes da quarta-feira coloquem seu comentário (breve), esse dia vamos continuar conversando sobre as origens da língua portuguesa. Para isso, peço-lhes buscar outras informações sobre o tema  na internet
  

História da origem de nosso idioma

O latim, inicialmente, era o idioma falado no antigo Império Romano, mas possuía “subdivisões”, estas eram:
  • O latim clássico: que era mais polido e mais culto, usado pelas classes dominantes do império, e também por poetas, senadores, filósofos, etc.
  • O latim vulgar: era um latim mais acessível ao povo, utilizado pelas classes consideradas mais baixas.
Daí surge a pergunta “Então por que a língua portuguesa não veio do latim clássico?”, a resposta está na época em que os conquistadores romanos dominaram a península Ibérica. Pois eles não introduziram o latim clássico, e sim o latim vulgar, que acabou originando todas as línguas posteriores naquela região – não só o português.

E PORTUGAL?

Após todo o processo de invasão de bárbaros na península Ibérica, depois da romanização destes bárbaros, passadas as lutas entre os mouros e cristãos e a proclamação de independência pelo rei Dom Afonso Henriques, Portugal via sua sociedade sendo formada durante o processo de transição do feudalismo (que se encontrava em crise) para as atividades econômicas, sendo assim, a nação “florescia” numa época de grande crescimento urbano, o que acabou transformando aquela sociedade que ainda nem estava definida.
Quanto ao latim vulgar em Portugal, foi passando por transformações, sendo mesclado ao dialeto local, adquirindo suas próprias características. Este latim, no local, não desprezava as diversas línguas faladas ali antes do domínio romano. Portanto, era inevitável que a língua portuguesa não tivesse sofrido inúmeras variações antes de chegar ao que conhecemos nos dias de hoje. A história do português é dividida em 3 fases, sendo elas:
  • Fase proto-histórica: período antes do século XII, onde os textos eram escritos em latim bárbaro.
  • Fase do português arcaico: corresponde ao período do século XII ao XVI e é subdividido em dois. O primeiro período foi quando os textos eram escritos em galego-português. E o segundo período caracteriza a separação do galego e do português.
  • Fase do português moderno: começa no século XVI, quando finalmente a língua portuguesa começa a se uniformizar, deixando as inúmeras variações de lado.

A expansão da língua portuguesa

Durante o importante período de expansão territorial lusitana – entre os séculos XV e XVI, o português foi levado para outros continentes, aliás, para todos eles. Porém, mesmo após essa visita, a língua portuguesa se “instalou” apenas em alguns locais. É língua oficial no Brasil, Angola, República Democrática de São Tomé e Príncipe, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Nestes locais, apesar das variações, diferentes pronúncias e inclusões de características do lugar, eles mantêm uma unidade com o português de Portugal. Além disso, alguns locais espalhados pelo mundo possuem uma pequena parcela da população que falam a língua portuguesa, mesmo não sendo o idioma oficial.

fonte:  http://www.estudopratico.com.br/a-origem-da-lingua-portuguesa/