domingo, 13 de agosto de 2017

EDUCACAO



Caros alunos,


Vamos começar as atividades no nosso blog.  Para iniciar o trabalho, leiam o artigo a seguir para depois colocar um comentário breve acerca da leitura (antes da quarta-feira, 16 de agosto de 2017).  Como nos semestres anteriores, nas quartas-feiras vamos comentar entre todos o conteúdo da leitura  
Já me formei e agora?
A verdade é que ter um diploma de graduação é ter um papel com o seu nome. Evidente que este papel pode abrir diversas oportunidades de trabalho, mas devemos ter clareza e saber que ter o diploma não vai ser um passe mágico para a riqueza.
Sei que é algo um pouco evidente, porém, é necessário dizer. Muitas pessoas se formam e, curiosamente, se acomodam. Pensam que agora que concluíram a graduação é só esperar que o mercado descubra todo o seu talento e todo o seu potencial.
Contudo, é óbvio que o emprego excepcional não vai bater em nossa porta. Quem estudou não gosta muito da expressão “correr atrás”, entretanto, é preciso correr sim. A não ser que você esteja em uma região muito afastada dos grandes centros e em uma cidade muito pequena, você vai entrar no mercado “atrás” de outras pessoas que se formaram antes. Você terá  concorrentes e terá que fazer de tudo para se destacar.
Em suma, a graduação não é o fim. No final da graduação é que começamos.

O que uma graduação te oferece
O que uma graduação te oferece é uma visão geral de uma área do conhecimento. Você sai da faculdade sabendo um pouco de tudo. Se a faculdade não foi apenas um lugar para encontrar amigos, o que vai ficar – tirando o diploma – é o conhecimento absorvido.  Ganha-se saber.  Depois é preciso saber fazer (know-how).
Os estágios são especialmente úteis nesse sentido. São como uma ponte entre o conhecimento e o mundo real. Como se diz, na teoria é assim, na prática é assado.
Se não foi possível fazer bons estágios durante a graduação, talvez o melhor caminho seja ter humildade e “começar por baixo”. Por exemplo, um grande amigo meu se formou em jornalismo. Ele disse que os seus amigos que estão bem colocados hoje, em grandes empresas de comunicação, praticamente trabalharam por um ou dois anos de graça (estágios) para fazer contatos e ganhar experiência e, desse modo, ter um currículo melhor.
É ingenuidade achar que depois de ter o diploma vamos ter o melhor cargo na melhor empresa. Portanto, conforme-se e pense no médio prazo (existem exceções a essa regra como quem tem influência familiar e econômica ou um padrinho para indicar – o famoso QI).
O médio prazo (3 a 5 anos) não é um tempo tão longo. Passado esse tempo, é natural que novas oportunidades surjam. Afinal, haverá no currículo o diploma e uma experiência mínima para vagas melhores.

A questão da pós-graduação
Muita gente fica muito mal ao pensar que depois de 3, 4, 5 anos na faculdade não aprendeu nada. Como disse, na faculdade vemos um pouco de tudo. Não dá tempo, simplesmente, para ver tudo de tudo. Mesmo uma faculdade mais longa, como medicina, não permite que o formando saia sabendo de tudo. Dizem os historiadores que para ser um médico no Antigo Egito era necessário vinte e um  anos de estudo.
Por isso tudo, surge a demanda de fazer uma pós-graduação, tanto para ter mais conhecimentos e saber mais de uma única coisa (especialização em uma área) como para ter um currículo mais robusto.
Entretanto, é preciso avaliar com calma a necessidade e o retorno do investimento (ROI). Por exemplo, se uma pós-graduação custa 500 reais por 24 meses, o investimento será de 12.000. Uma fórmula simples consiste em pensar em quanto tempo este dinheiro (12.000) irá retornar. Se retornar no curto prazo com um aumento significativo de salário, certamente será um bom investimento.

A dúvida é: qual pós-graduação fazer? O que nos leva ao próximo tópico.
Uma especialização real
A maior parte das faculdades permite ao formado trabalhar em mais de uma área. Durante o curso, portanto, o estudante já deve ir buscando saber em detalhes sobre todas as áreas de atuação e imaginando (se não puder fazer estágios) em qual área vai preferir se especializar.
Quanto antes soubermos  para qual área vamos dirigir nossos esforços, melhor. Lembrando que ter um pouco de dúvidas é algo comum. Depois de formado, é realmente muito importante saber no que se especializar. E quando digo especialização aqui não estou dizendo só de fazer uma pós-graduação. Dependendo da condição financeira, a pós pode ficar para depois. O que estou dizendo é de ter um foco de atuação.
Por exemplo, uma pessoa formada em direito pode escolher trabalhar na área civil, penal, trabalhista, etc.
Dica: não tente atirar para tudo quanto é lado. Se você tem receio de focar em uma área e não ter campo, você está tendo uma visão equivocada. Quanto maior é a especialização, maior a chance de você conseguir bons resultados e indicações para o seu trabalho (se for liberal) ou indicações de vagas em outras empresas. As empresas e a sociedade sempre vão precisar de conhecimento especializado e competência direcionada.
É fácil pensar, nessas horas, na medicina. Quando você precisa da receita para fazer óculos, você não vai a um pediatra, vai ao oftalmologista. É nesse sentido que digo que é fundamental se especializar (ainda que seja sem uma pós).

Domine uma língua estrangeira
Não é mentira quando dizemos que é um diferencial ter o domínio de uma língua estrangeira. Pode até ser que no dia a dia você nunca use a língua que estudou, seja inglês, francês, espanhol, chinês ou outra. Mas é certo que uma segunda língua abre portas. E ter acesso a conhecimentos, livros, cursos, além da possibilidade de realizar negócios com outras culturas faz a diferença.

Pense grande, dê passos pequenos.
E, por fim, a última dica é pensar grande. Pensar grande quer dizer ter grandes sonhos. Querer ser um profissional de sucesso. Para não se desesperar, pense no longo prazo: 15, 20 anos. Você pode sonhar ser o diretor de uma grande empresa ou o profissional mais renomado em sua cidade. Você pode sonhar em ter um Phd e escrever um livro best-seller ou ter um programa de TV. Não importa. Na verdade, você nem precisa dizer isso para ninguém (mas ajuda se você tornar o seu sonho público para quem você confia e te apoia).
A ideia é que ter grandes sonhos exige mais de nós. Grandes sonhos nos dão esperança e motivação. Ajudam-nos a dar pequenos passos, mas na direção certa e com isso, de pouco em pouco, vamos realizando o que quer que queiramos realizar.

Conclusão
Este é um texto geral sobre o que fazer depois de ter concluído a graduação. Como cada graduação tem as suas especificidades, cada um de vocês poderá comentar para o grupo o que planeja fazer depois de concluir o curso na faculdade.


Depois de ter lido o artigo, vejam o vídeo "Meu projeto de vida" em

http://www.uff.br/observatoriojovem/materia/projeto-de-vidaVotorantim)
Na quarta-feira também comentaremos o vídeo.

jueves, 23 de marzo de 2017

A ENTREVISTA



Oi pessoal,

Eis um artigo breve sobre "Como fazer entrevistas?".  Leiam-no, pode orientá-los para preparar suas entrevistas.

Como Fazer Uma Entrevista
Todos os dias nós ligamos a televisão e vemos o jornal, com notícias que acontecem em todas as partes do mundo. Sempre acompanhamos entrevistas com diversas pessoas, que colocam opiniões ou esclarecem um determinado assunto. E a grande questão de quem assiste a esses programas e de estudantes de jornalismo é: como fazer uma boa entrevista?
Todo repórter, experiente ou não, pode sempre aprimorar suas técnicas para a entrevista.
1. Esteja preparado. Todo jornalista deve se preparar para uma entrevista. O repórter deve pesquisar sobre o entrevistado e saber o que já foi escrito sobre ele. Redes sociais também são uma ótima ferramenta para pesquisa. Antes de entrevistar o seu personagem, prepare as perguntas que pretende fazer. Traga lápis extras, canetas, papel, pilhas, gravador, água e o que achar necessário.
2. Use a tecnologia. Ferramentas online podem ajudar o jornalista a encontrar entrevistados, gravar e revisar anotações. Se o tempo estiver apertado, entre em contato com o entrevistado por meio de telefone, internet, skype, etc., existem diversos meios disponíveis. E se for frente a frente, leve um gravador para não perder nenhum detalhe da entrevista.
3. Use o e-mail. E-mail é uma maneira eficiente para o repórter conseguir um comentário antes do fechamento, com algumas ressalvas. Para incentivar as fontes a participar, é importante sempre se identificar, explicar brevemente a matéria, links para artigos relevantes que você publicou no passado e, mais importante, dar um prazo específico.
4. Não desista. Todo jornalista já teve um entrevistado mais chato. Em vez de ficar na defesa por conta de um ataque surpresa, saiba o que fazer se encontrar um entrevistado difícil. Sempre seja educado e gentil. Mantenha a calma e não se deixe persuadir a fazer a entrevista falsa.
5. Revise tudo. Após a entrevista, cheque todas as suas anotações Leia suas notas quando a entrevista ainda estiver fresca em sua mente e certifique-se de dar seguimento em qualquer dos termos ou citações que necessitam de clarificação.
Agora você já tirou suas dúvidas e já sabe o processo da entrevista que você assiste na televisão ou leu naquela sua revista preferida.
 
Matheus Coneglian .
Fonte: 
http://www.comofazer.com.br/como-fazer-uma-entrevista/

Agora, assistam  a "Entrevista a Cristiano Ronaldo depois do Jogo Suécia 2 x 3 Portugal" em Youtube.(duração: 3'34").  Aproveitem para observar a pronûncia portuguesa. Depois coloquem seu comentário no blog (antes de 28 de abril de 2017)






domingo, 12 de marzo de 2017

SUBDIVISOES DE PORTUAL

Boa tarde pessoal,

Vamos conhecer Portugal, país que foi o berço da cultura lusófono.  Começaremos por estudar suas  diferente regiões.

Exercício.  Leia a informação a seguir, depois poste seu comentário no blog e logo procure outras informações acerca de Portugal.  Na quarta-feira vamos conversar sobre este país.

Subdivisões de Portugal


fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Subdivis%C3%B5es_de_Portugal

A estrutura da divisão administrativa de Portugal, para além de complexa, confunde-se frequentemente entre níveis autárquicos ou administrativos com níveis de âmbito estatístico ou de associativismo intermunicipal (CIM). Apesar da complexidade e das inúmeras estruturas administrativas existentes em Portugal, a sociedade encontra-se organizada nos distritos onde o seu enraizamento histórico, com mais de trezentos anos, produziu uma forte identidade regional. Atualmente, é frequente ver-se as capitais de distrito chamarem-se de Cidade-Região como consequência dessa identidade distrital.

A Constituição portuguesa de 1976 estabelece que Portugal se divide somente em regiões autónomas (Açores e Madeira) e em distritos no continente. Por sua vez, todas estas se dividem em municípios e estes últimos em freguesias.
Todas as entidades citadas no parágrafo anterior já foram instituídas em Portugal, à excepção das regiões administrativas, cuja criação está prevista desde a aprovação da Constituição, ou seja, desde 1976. Segundo este documento, “enquanto as regiões administrativas não estiverem concretamente instituídas, subsistirá a divisão distrital no espaço por elas não abrangido”, pelo que em Portugal continental os municípios estão agrupados em 18 distritos.
Tendo já sido realizado, em 1998, um referendo à criação das regiões (onde a proposta foi rejeitada e o referendo que não foi vinculativo, por causa da baixa participação dos eleitores), a não criação das regiões administrativas tem provocado uma “lacuna” na estrutura administrativa do país já que, na lei, várias competências de âmbito supra-municipal que estão, por causa disso, atribuídas a órgãos regionais e que, logo, não estão confiadas nem ao Estado nem aos municípios, não podem atualmente ser exercidas já que as regiões administrativas ainda não estão criadas.. Essa situação provocou com que nos anos seguintes ao referendo tivessem sido instituídas no continente, numerosas entidades, para tentar colmatar essa falha nas competências, todas com órgãos não eleitos e com áreas de intervenção que muitas se sobrepõem.
Por isso, actualmente, no que toca as divisões de 1.º nível, apesar de a Constituição estabelecer que Portugal só se divide administrativamente em regiões autónomas e administrativas, coexistem ainda, principalmente no território de Portugal continental, várias divisões administrativas cujas áreas muitas vezes se sobrepõem às de outras divisões, provocando por vezes uma duplicação de serviços. Enquanto que nas ilhas as divisões administrativas de 1.º nível são somente as regiões autónomas, no continente encontram-se os distritos, as CCDR (Norte; Centro; Lisboa e Vale do Tejo; Alentejo; Algarve), as áreas metropolitanas, as comunidades intermunicipais, etc… O Estado central tem também, no território continental, várias direções regionais de ministérios intervindo em zonas diferentes. Há também unidades NUTS I, II e III, que abrangem todo o país, mas que só têm significado estatístico.
Por outro lado, em total contraste com a complexidade das divisões de 1.º nível de Portugal, as divisões de 2.º e 3.º nível são bastante mais simples, sendo compostas respectivamente por 308 municípios (também chamados concelhos) e pelas 3092 freguesias em que esses se dividem.

 

domingo, 5 de marzo de 2017

As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver

Oi pessoal,

Depois de ter estudado brevemente as diferentes regiões do Brasil, agora vamos ir para o interior do Brasil afim de conhecer as dez melhores pequenas cidades do Brasil para se viver.

As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver 

fonte:  http://www.semprefamilia.com.br/as-10-melhores-pequenas-cidades-do-brasil-para-se-viver/

Com base em dados do IBGE e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), listamos os melhores municípios do país com menos de 100 mil habitantes.

1º) Águas de São Pedro (SP) – Esse é o lugar para quem procura uma vida muito sossegada. Com 2.700 habitantes, o munícipio é o menos populoso dentre as 50 cidades brasileiras que estão no topo do ranking do IDH. Nessa lista de desenvolvimento humano que compara as mais de 5 mil cidades brasileiras, Águas de São Pedro está em segundo lugar, com 0,854 de IDH. Como uma das estâncias hidrominerais do estado de São Paulo, a cidade que fica a 187 quilômetros da capital, apoia sua economia no turismo.
  
2º) Joaçaba (SC) – É considerada a capital do Vale do Rio do Peixe, no oeste catarinense. A maior parte da população de 28 mil habitantes tem origem nos migrantes gaúchos, principalmente da região de Caxias do Sul, de origem italiana e alemã, que, de posse de pequenas glebas de terra, deram os primeiros passos na produção agrícola. A economia da cidade baseia-se também em indústrias do setor metal-mecânico. Joaçaba está entre as dez primeiras cidades do ranking nacional com IDH de 0,827.

 3º) Vinhedo (SP) – Educação é a política pública de destaque em Vinhedo, cidade da região de Campinas que fica a 75 quilômetros da capital paulista, tem 71 mil habitantes e IDH de 0,817. Ano passado, Vinhedo recebeu o selo de cidade livre do analfabetismo e ganhou reconhecimento da mídia por seu método de ensino municipal. A cidade viveu o ciclo de café, mas hoje é conhecida pela produção de uva. Os condomínios de alto padrão fortaleceram o comércio e os serviços, como o parque de diversões Hopi Hari.

 4º) Nova Lima (MG) – Localizada na região metropolitana de Belo Horizonte, a cidade tem IDH de 0,813 e 88 mil habitantes. Nos últimos anos, se consolidou como uma cidade de condomínios de alto padrão procurados por quem trabalha em BH e quer um lugar mais tranquilo para viver. Embora o grande símbolo do esporte seja o futebol do Villa Nova Atlético Clube, a cidade se rendeu ao rugby, talvez por inspiração dos antigos imigrantes ingleses, com o Nova Lima Rugby Club, o time dos “leões da montanha”.

 5º) Ilha Solteira (SP) – Localizada no noroeste paulista, a quase 700 quilômetros da capital paulista, Ilha Solteira é uma estância turística nascida de forma planejada no fim dos anos 60 para abrigar os trabalhadores da Hidrelétrica de Ilha Solteira, instalada pela CESP no Rio Paraná. Por isso, seu padrão de urbanização é bastante elevado, com atendimento universal de energia elétrica, água e saneamento básico para seus 26 mil habitantes. O IDH de Ilha Solteira é de 0,812. Os destaques de sua economia são a indústria e a pecuária.

 6º) Rio Fortuna (SC) – Com IDH de 0,806 e apenas 4.400 habitantes, Rio Fortuna é pacata, mas está próxima do movimento dos balneários catarinenses de Laguna, Imbituba e Garopaba, além de estar a apenas 125 quilômetros da capital, Florianópolis. A cidade, que integra a região metropolitana de Tubarão, tem sua formação ligada à agropecuária familiar adotada pelos colonizadores alemães. Mais recentemente, a cidade tem se apoiado economicamente também na piscicultura.

 7º) Rio do Sul (SC) – A cidade de 66 mil habitantes, localizada no vale do Itajaí, está a meio caminho entre Joinville e Florianópolis, ambas a cerca de 180 quilômetros. Como muitas vizinhas, Rio do Sul guarda a herança germânica da colonização na cultura e na culinária. As escolas modelo municipais, de ensino integral, contribuem para o IDH de 0,802. Na economia destacam-se os setores têxtil, metal-mecânico, eletrônico e agropecuário. Há, contudo, um problema cíclico que tira o sono dos riosulenses: as cheias do Rio Itajaí-Açu.

 8º) São Miguel do Oeste (SC) – Mais de 650 quilômetros separam a cidade do extremo oeste da capital catarinense, Florianópolis. São Miguel, com IDH de 0,801, foi fundada em 1954, mas tem raízes nas migrações de gaúchos atraídos pela extração de madeira nos anos 20. Embora tenha 39 mil habitantes, a cidade integra uma região com 200 municípios, entre eles Chapecó, que juntos somam 2 milhões de habitantes. Seu parque industrial é formado por empresas dos ramos metal-mecânico, de transportes, móveis e softwares.


9º) Pirassununga (SP) – O fenômeno da piracema no Rio Mojiguaçu, que os tupis descreviam como “peixes barulhentos”, deu nome à cidade. Hoje, no entanto, é a forte presença de estudantes entre os 74 mil habitantes que movimenta Pirassununga. Além de um câmpus da USP, fica lá a Academia da Força Aérea Brasileira. A cidade, localizada a 206 quilômetros de São Paulo, na próspera região de Campinas, conta também com mais de 100 indústrias, entre elas a que produz a famosa cachaça 51. Seu IDH é de 0,801.

 10º) Concórdia (SC) – Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

Exercício.  Depois de ter lido o artigo acima, poste seu comentário no blog.  Diga em qual dessas cidades você gostaria de viver se fosse morar no Brasil, justifique sua resposta. Na quarta-feira, vamos conversar sobre essas cidades e cidades mexicanas do interior.

sábado, 11 de febrero de 2017

O CARNAVAL E A PSICOLOGIA DO BRASILEIRO



Oi pessoal,







Como já comentamos na sala de aula, o Carnaval é um evento cultural por demais importante no mundo todo, e no caso do Brasil, esse evento tem efeitos psicológicos importantes nas pessoas.


 Exercício. Leiam o artigo a seguir, postem seu comentário no blog e na quarta-feira conversaremos sobre o conteúdo  na sala de aula.


 
Preparação física e psicológica para o carnaval
 
Um corpo modelado, bronzeado e uma alimentação saudável são fundamentos básicos para unir o útil ao agradável que associa a saúde com a beleza, sempre em destaque no início do ano, como foco principalmente no carnaval. As academias ficam lotadas de jovens e adultos interessados em um verão saudável, com a autoestima lá em cima.

Cuidar do corpo de forma correta com o acompanhamento ideal, garante sim os cuidados com a mente no que se refere à auto estima, bom humor e outros fatores associados às consequências de uma satisfação pessoal. É importante lembrar ainda que no carnaval também existem aquelas pessoas que aproveitam o período extenso de feriado para viajar, aproveitar a família, fugir de festas ou simplesmente aproveita para descansar.

Está mais que provado que o carnaval, pela exuberância de corpos, pelas altas temperaturas em todo o país e claro pelo clima de romance que parece tomar conta do mês de fevereiro é uma das épocas mais esperadas pelos brasileiros que festivos ou não, aproveitam a semana carnavalesca da forma que podem. A cada ano, as divulgações relacionadas ao uso de preservativos, ao excesso de bebidas, perigos no trânsito e outros pontos relacionados com esta época aumentam com o propósito de amenizar as ocorrências que se agravam com o passar do tempo.

Mas porque os acidentes e os índices de doenças e gravidez indesejada ainda crescem no período de carnaval? Por que as pessoas ainda seguem o caminho errado, mesmo cientes das consequências? Algumas questões são feitas em busca de explicações para tantos pontos negativos. Muitas destas questões são respondidas com uma única frase, “carnaval é tempo de extravasar”.  E as consequências dessa liberação de sentidos, humores e conceitos? E o pós carnaval?

Kátia Beal é psicóloga e ressalta que o carnaval é um ritual que facilita a conexão entre realidade interna e externa. Ela explica que, de acordo com um analista da mente humana, chamado Jung, o carnaval é um ritual que facilita a conexão entre realidade interna e externa. É parte da necessidade humana de se libertar dos padrões vividos no cotidiano. “Uma festa que permite extravasar e fantasiar. É como se as pessoas recebessem autorização para se divertir além dos limites”, destaca a psicóloga dizendo ainda que carnaval surgiu quando a igreja fixou um período para as pessoas refletirem, que se inicia na quarta-feira de cinzas. “Então, antes da penitência, as pessoas se esbaldavam e usufruíam de coisas mundanas, as quais ficariam privadas por 40 dias”, afirmou.

Toda festa pode ser bem aproveitada com bom senso. De acordo com Kátia, ao longo dos anos as tradições carnavalescas vêm sofrendo mudanças. Segundo ela, antes as pessoas brincavam na folia, participavam de bailes e se divertiam junto com a família. Agora, estão perdendo o bom senso. “Muitos aproveitam como se o mundo fosse acabar. Se comportam de maneira autodestrutiva, abusam de álcool e drogas e tem relações sexuais sem proteção”, disse.

Segundo a especialista, é como se as permissões para o Carnaval não fossem suficientes. “Acredito que a própria ansiedade, a correria na vida das pessoas, as exigências do mercado de trabalho e as dificuldades podem contribuir para esse descontrole nos momentos de diversão.”

Carnaval sem festa faz bem para a mente

Afinal, não são todos que gostam de muita festa, pensando nisso, agências de viagens aproveitam a época de carnaval para divulgar pacotes extras com valores especiais com foco em locais praieiros ou serranos, que tenham no repertório, muito conforto, gastronomia de qualidade e passeios turísticos que completam o interesse de quem prefere relaxar, curtir a família e os amigos durante o feriado prolongado. Pedro Henrique Teles de Menezes, de 22 anos, planeja um carnaval diferente, neste ano. Ele pensa em uma festa diferente, reunindo amigos mais próximos em um local que reúne a alegria do carnaval com a tranquilidade que essa turma vem buscando. “Nós vamos nos encontrar como um encontro de final de semana, vamos fazer nossa festa com mais foco em lazer e amizade, afinal a ideia é curtir ao máximo sim, mas de uma forma mais tranquila, sem desgastar tanto, pensamos em descansar sem perder o ritmo carnavalesco e a diversão”, conclui Menezes.

Fonte: http://encenasaudemental.net/sem-categoria/preparacao-fisica-e-psicologica-para-o-carnaval/

sábado, 4 de febrero de 2017

QUAIS AS ORIGENS DO CARNAVAL NO BRASIL?

Oi pessoal,

Bem vindos a um novo semestre de portugués.  Estou certa que juntos vamos continuar aprendendendo muito da cultura lusófona.


Desta vez vamos ler um texto introdutório acerca do Carnaval, um fato cultural de grande importância, neste caso específico, para o povo brasileiro.



QUAIS AS ORIGENS DO CARNAVAL DO BRASIL E NO MUNDO?
                           
Grande festa popular, o Carnaval reúne milhares de pessoas nas ruas, nas passarelas do samba e em clubes de todos os cantos do País. Mas engana-se quem pensa que essa comemoração teve origem aqui. O Brasil entrou na história da festa apenas a partir do descobrimento pelos portugueses, em 1.500, quando essa manifestação cultural já contava com uma longa trajetória.

De acordo com o historiador Voltaire Schilling, o carnaval é a festa profana mais antiga que se tem registro, já que existe há mais de 3 mil anos. As suas raízes mais remotas encontram-se na Grécia Antiga, no culto ao deus Dionísio, que mais tarde foi celebrado em Roma como Baco, espalhando-se para os países de cultura neolatina. Consta que as primeiras seguidoras do deus foram mulheres, que viram nos dias que lhe eram dedicados um momento para escaparem da vigilância dos maridos para poderem cair na folia. Nos dias permitidos, elas saíam aos bandos, com o rosto coberto de pó e com vestes transformadas ou rasgadas, cantando e gritando. Os homens não demoraram em aderir a essa celebração.

A historiadora e diretora da Fundação Joaquim Nabuco, Rita de Cássia Araújo, aponta que as festas populares que ocorriam na era pré-cristã no Hemisfério Norte, principalmente no Egito, em Roma e na Grécia, para celebrar o fim do inverno e a chegada da época do plantio de lavouras impulsionaram o que se caracterizou como a origem do Carnaval. Segundo Rita, não havia referências religiosas, mas já havia as brincadeiras e as máscaras.
 
De celebração agrária a festa ganhou contornos religiosos quando o Cristianismo atribuiu significado à festa, que passou a ser vinculada à Páscoa - a Terça-Feira Gorda é 47 dias antes do domingo de Páscoa. A festa, então, passou a ter um sentido de tempo de diversão e exagero, de comida e bebida, que antecede a entrada num período de reflexão e jejum dos cristãos antes da Páscoa, quando os fiéis teriam de se recolher e rever sua vida.
Ainda de acordo com Rita, uma segunda corrente de pesquisadores diverge da ideia de festa surgida há tanto tempo, sustentando que o Carnaval tem múltiplas origens, com diferentes significados e contextos que levara ao seu nascimento em cada região.
   
Carnaval no Brasil
Muito tempo depois, no século XVII, a festa chegou ao Brasil por meio dos portugueses. Com o nome de intrudo, baseado principalmente em brincadeiras em que pessoas sujavam umas as outras como o mela-mela. "Havia uma distinção social nessa festa. As famílias brancas brincavam nas casas e os escravos brincavam nas ruas", diz Rita.
    
Com a declaração da independência do Brasil, em 1822, o intrudo, de raiz colonial, passou a ser visto como algo negativo e atrasado. Por isso, a partir da iniciativa de intelectuais, artistas e imprensa, houve um rompimento com a tradição colonial na segunda metade do século XIX e a adoção no País de modelos de festa trazidos da Itália e da França, já com o nome de Carnaval (que teria o sentido de "adeus à carne"). "Aí que entraram os bailes e os desfiles nas ruas com alegorias", destaca Rita.
     
Segundo Voltaire Schilling, a partir de 1935, com o crescente centralismo estatal determinado pela Revolução de 1930, começou-se a sufocar a espontaneidade popular submetendo os desfiles populares a regulamentos, horários e trajetos a serem cumpridos à risca. Ganharam destaque a partir de então os desfiles das escolas de samba, principalmente no Rio de Janeiro.

Fonte: https://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/quais-as-origens-do-carnaval-no-brasil-e-no-mundo,f80
Exercício. Depois de ter lido o texto acima, coloque, antes da quarta-feira, 8 de fevereiro, um comentário acerca do conteúdo.  Além disso, procure informação na internet sobre o mesmo tema "Carnaval" no Brasil.  Na quarta-feira, comentaremos essas informações na sala de aula para continuar a macrotarefa.